
O novo Mourinho.
Em busca da indemnização e de um emprego no vice-campeão.

Quando é um treinador a forçar o despedimento, algo vai mal.
Do Sporting Clube de Portugal conseguiu sair com sorrisos e abraços, o nosso nacional-porreirismo. Em Inglaterra foi desigual, lá não se toleram merdas nem cunninguices.

Fode longe (traduziria eu) ou vai para fora, vai para uma longa distância, numa tradução mais inclusiva.
Nunca misturaria dois conceitos diferentes, activo e passivo, foder e ser fodido, pôr-se no caralho, é aninhar-se, ser confortado, sentir-se, ser possuído.
No Record traduziram fuck off por pôr-se no caralho, um erro, como expliquei.
A questão é qual a razão para Amorim decidir ser despedido nesta altura?
Rui Borges ou José Mourinho (ou os dois) vão perder a Taça da Liga.
Um deles (ou os dois) ficará (ficarão) sem emprego no final desta semana, início da próxima.
Amorim, neste momento, é um treinador livre no mercado e "apetecível" para o Benfica e para o Sporting, para o que perder.
No futebol, como na vida, há que saber fazer bem as coisas, compreendo que Amorim queira ser acarinhado, desejado, possuído, compreendo que se queira pôr no (nosso ou no deles) caralho.
Para isso é fundamental que ninguém nos denuncie a hipocrisia, por mim, Amorim fuck off, vai pôr-te num caralho mas longe, bem longe do Sporting Clube de Portugal.
* não é habitual utilizar esta linguagem, no futebol e na vida tem de haver lugar para a tradução e para a indignação.











